quarta-feira, 3 de junho de 2015

Para você mamãe aprender a fazer Shantala em seu bebê.


Massagem para Bebês

Muitas gestantes e mães tem muita vontade de aprender, mas pouco tempo contínuo e dificuldades de sair de casa. Fazer massagem no bebê traz uma série de benefícios físicos, como a diminuição do choro, desconforto intestinal, facilita o sono e o relaxamento do bebê, além de ser um excelente momento para estreitar os vínculos de pais e filhos. Nesse curso completo com muita informação de qualidade, você vai se tornar uma especialista nesta técnica, também conhecida como Shantala. Trazida na década de 60 da Índia para o Ocidente e com uma série de estudos científicos que comprovam seus reais benefícios. Neste curso você aprenderá como e quando fazer a massagem, dicas de como adaptar a sequência para cada fase, além de conhecer mais sobre óleos  essenciais.


Na Índia a massagem em bebês faz parte da cultura e é constantemente feito pelas mães em seus bebês. Lá recebe o nome de abhyanga Kumara (abhyanga = massagem com óleo e Kumara = criança).

UM POUCO DA ORIGEM DA SHANTALA NO OCIDENTE.

Frederick Leboyer, médico Francês de renome internacional, conheceu a Shantala, uma jovem mãe paralítica, em Calcutá, na Índia. Ele se encantou com a paciência e o amor que esta mãe dedicava a seus filhos durante a massagem que era realizada todos os dias. Ele fotografou e filmou a seqüência completa desta técnica milenar e levou o conhecimento da arte desta massagem para o Ocidente na década de 70. Shantala, nome da jovem mãe indiana, fundiu-se com o nome da própria massagem. Hoje esta massagem para bebês com base no Ayurveda (ciência indiana que cuida da saúde e do bem estar) é conhecida em todo o Ocidente como Shantala. Esta massagem é mais que uma técnica, é uma arte de se massagear. Aprendemos que podemos transmitir amor e força às crianças através da linguagem primal do toque, e que nas primeiras semanas e meses após o nascimento o bebê pode usufruir dos inúmeros benefícios que a Shantala proporciona.
 “Longe de ser simplesmente um dos cuidados que dedicamos ao bebê, esta massagem é uma arte. Portanto você precisará de um mestre. Felizmente o mestre está aí. Esse mestre é o bebê. Ele vai instruí-la.

 Deixe-se guiar por ele. Virá um dia em que a sua massagem, finalmente, emanará da fonte.” (Frédérick Leboyer)
A técnica é uma orientação do que você pode fazer e de como fazer. Para fazer a massagem em seu bebê você precisa primeiro aprender a técnica e alguns cuidados básicos, mas o principal é o sentimento, o amor, a sensibilidade, sentir o que o bebê precisa, o que ele quer, ele fala através da expressão e dos gestos. Você tem que olhar nos seus olhos e se entregar. Algumas adaptações podem ser feitas, pois cada ser é único e precisa de cuidados diferenciados, mas devemos ficar atentos para manter a essência desta massagem, por isso é importante conhecer a técnica e seus fundamentos e objetivos. Desta forma saberemos o que é uma adaptação saudável, que ajuda o bebê em suas dificuldades, medos e inseguranças, e o que é desvirtuar, alterar de forma a perder os benefícios:
aumenta o vínculo da mãe com o bebê nutre o corpo (com o uso do óleo adequado)
o bebê se sente mais seguro e tranquilo
o bebê dorme melhor diminui as cólicas
desenvolve consciência corporal
ajuda no desenvolvimento geral e favorece o sistema imunológico
É preciso alimentar os bebês.
Sem dúvida alguma.
Alimentar a sua pele tanto quanto o ventre.
É necessário restabelecer o equilíbrio.
E alimentar “o de fora” tanto quanto o “de dentro”.


CUIDADOS ESPECIAIS:
É essencial que as duas mãos estejam relaxadas. Isto só será possível se os seus ombros estiverem livres de tensão, se você sentir a sua respiração e estiver concentrada, vivenciando plenamente o momento. Não esqueça: “O bebê é um espelho. Ele devolve a sua imagem. A imagem da sua liberdade. Ou de suas tensões. Para libertar o outro é necessário ser livre você mesma.” (Frédérick Leboyer) Se você estiver insegura, o bebê vai sentir esta insegurança e pode ficar com medo. Se você estiver nervosa ou agitada, o bebê percebe este sentimento e pode ficar agitado. No entanto se você estiver calma e tranquila a chance do bebê aceitar bem a massagem é muito maior. No começo basta tocar o bebê com suavidade. As suas mãos percorrem o corpo do bebê para que ele se sinta “em contato”. Você pode usar o óleo e olear o bebê sem se preocupar com a massagem propriamente dita. Se você sentir que ele não está bem ou se começar a chorar, pare, pegue o bebê no colo ou mude ele de posição. Ele precisa sentir segurança e acolhimento. Às vezes, nas primeiras tentativas a massagem nas costas, com o bebê de barriga para baixo, apoiado nas suas pernas, fica mais confortável e ele se sente mais seguro. Se for o caso, faça apenas isto. Você não precisa fazer todos os movimentos. Tente, experimente, não desista. No próximo dia, tente de novo e acrescente outros movimentos. Alguns bebês aceitam a massagem bem desde o início, outras precisam de tempo e paciência.



QUANTO TEMPO A MASSAGEM DEVE DURAR?
No início, quando não se trata bem de massagem, a sessão dura apenas alguns minutos (2 à 5). Ela vai aumentar à proporção que o bebê cresça. Não existe um tempo exato. A sessão completa costuma durar de 10 a 15 minutos, mas pode durar mais se você e o bebê estiverem dispostos.

ATÉ QUE IDADE?
Pelo menos nos seis primeiros meses. É muito importante massagear a criança enquanto ela não consegue se movimentar sozinha. Para felicidade de ambos nada impede de ir muito mais longe. Não existe uma idade exata para interromper a prática.

QUE ÓLEO DEVO USAR?
Use sempre óleo de origem vegetal extra virgem, prensado a frio. Ex: óleo de gergelim, óleo de amêndoa doce, óleo de girassol, óleo de semente de uva.
Nos óleos você pode acrescentar algumas gotas de óleos essenciais (100% natural) ( dependendo da idade do bebê ) para  aumentar o valor terapêutico. Observando os que são indicados para bebês. O óleo deve ser levemente aquecido. Poderá ser aquecido em um bowl em banho maria, mas fique atenta a temperatura, é levemente aquecido.
Sempre colocar o óleo na sua mão e espalhar depois no bebê para ter certeza de que a temperatura está agradável. Você pode também utilizar o óleo na temperatura ambiente e aquecê-lo nas suas mãos, esfregando uma mão na outra. Este é um método mais prático e seguro.

COMO DEVE SER O AMBIENTE?
Você deve procurar um local tranquilo e que não tenha corrente de ar. Se estiver muito frio, pode usar um aquecedor de ambiente. Para os bebês maiores, se estiver calor, pode fazer a massagem em uma varanda ou no quintal ao ar livre, procurando não ficar diretamente no sol. Você pode colocar uma música agradável, ou cantar uma canção, ou ficar em silêncio. Em alguns horários e locais você pode aproveitar o som da natureza e dos pássaros. Você pode fechar as cortinas e deixar o ambiente na penumbra. Observe sempre a reação do bebê e veja como ele mais gosta. Você pode fazer a massagem em qualquer horário. Procure observar quando o bebê está mais disposto a receber a Shantala e tente conciliar com os horários que você está mais disponível e que a casa está mais tranquila.

QUANDO NÃO FAZER?  Quando o bebê estiver de barriga cheia. Procure esperar 1 hora depois da última mamada.  Quando ele estiver com febre. Se ele estiver com muito sono ou com fome ele pode ficar irritado e não aceitar bem a massagem. Não massagear a região da barriga até que o umbigo esteja totalmente cicatrizado. Quando você não estiver se sentindo bem.

COMO FAZER? Na Índia, as mães normalmente massageiam seus bebês deitando-os sobre suas pernas estendidas. Assim o pequeno ser sente a mãe de forma muito intensa. Mas se o bebê não aceitar bem esta posição ou se a mãe tiver dificuldades, nada impede de acomodarem-se em outra posição. A mãe pode afastar as pernas e deixar o bebê sobre o chão forrado com uma toalha ou colchonete, pode cruzar as pernas e colocar o bebê a frente sobre a toalha ou usar o trocador para acomodar o bebê. Lembre sempre de experimentar e observar. É muito importante que ambos estejam confortáveis para desfrutarem plenamente deste momento tão especial.

O PEITO: As duas mãos se apoiam no centro do peito.
Separe as mãos, cada uma para um lado, como se estivesse com um livro aberto à sua frente e você quisesse deixar as páginas bem achatadas (de 3 à 6x). Agora as suas mãos vão trabalhar alternadamente. Primeiro as mãos ficam apoiadas nas laterais do abdome, cada uma de um lado, a esquerda permanece ali e a direita desliza sobre o peito até o ombro oposto. Depois inverta o movimento: a direita permanece no ponto inicial e a sua mão esquerda desliza até o ombro esquerdo do bebê. O movimento forma uma linha diagonal. Repita algumas vezes, um lado depois o outro, alternadamente.

O BRAÇO: Vire o bebê de lado. Com uma das mãos você segura a mão do bebê para esticar o bracinho e com a outra mão você forma uma espécie de bracelete que vai do ombro e sobe até encontrar com a outra mão. Agora você alterna. A mão que segurava a mão do bebê vai para o ombro e sobe envolvendo o bracinho, repetindo o trajeto. As mãos se revezam (de 3 à 6x).
Agora as mãos vão trabalhar simultaneamente, mas em sentido inverso, fazendo um movimento de rosca ao redor do bracinho com se torneasse o braço do bebê, do ombro até o punho. Ao chegar ao punho, as suas mãos voltam ao ombro e recomeçam (de 3 à 6x ).

A MÃO: Massagear a palma da mão na direção dos dedos. Puxar delicadamente dedo por dedo (1x) e depois puxar todos os dedos juntos (3x). Virar a criança para o outro lado e fazer o mesmo com o outro braço e a outra mão.

A BARRIGA: As suas mãos trabalham uma depois da outra. Partindo da base do peito, onde se iniciam as costelas, as mãos descem até a parte de baixo da barriga. Você traz as suas mãos, uma após a outra, de volta para você. Elas fazem o movimento de ondas, parecendo esvaziar a barriga do bebê (de 3 à 6x). Agora a sua mão esquerda segura os pés do bebê mantendo as pernas verticalmente esticadas. O seu antebraço direito vai fazer o mesmo movimento de vai e vem, sempre do alto para baixo, isto é, de volta para você (de 3 à 6x). Agora, você vai fazer movimentos circulares na barriga do bebê usando as duas mãos. A mão esquerda permanece sempre em contato com a barriga e a direita passa por cima da esquerda quando a encontra. O movimento é lento e no sentido horário.

A PERNA: Ou de modo mais exato, os membros inferiores. Você vai proceder exatamente como fez com os braços. Deixar as pernas esticadas para o alto. As suas mãos formam um bracelete e enquanto uma segura o tornozelo a outra escorrega da base da coxa até o tornozelo. Ao se encontrarem as mãos se invertem (de 3 à 6x). Fazer o movimento de rosca (torção). As duas mãos trabalham juntas, porém em sentido inverso, fazendo movimentos da base da coxa até o tornozelo (de 3 à 6x).

O PÉ: Você vai massagear a planta do pé. Usando os polegares massageie os calcanhares, meio do pé... Puxe delicadamente os dedos um por um (1x) e/ou puxe todos ao mesmo tempo (3x). Depois com a palma de sua mão aberta faça movimentos mais rápidos do calcanhar para os dedos do pé (3x).

AS COSTAS: Este é um momento especial. Coloque a criança de bruços (barriga do bebê apoiada nas suas coxas). A criança vai ficar na transversal com a cabeça a sua esquerda. De um lado a outro Você coloca as mãos nas costas da criança na altura dos ombros e alternadamente faz movimentos para frente e para trás. Uma mão vai para frente e a outra para trás, alternando-se e descendo na direção do quadril. Agora, fazendo o mesmo movimento de vai e vem, você volta, subindo, do quadril até a região dos ombros. (de 3 à 6x) Ao longo das costas Agora apenas a sua mão esquerda vai trabalhar. A mão direita fica apoiada nas nádegas do bebê, descendo da nuca até as nádegas, depois você eleva a mão e volta para a região da nuca, recomeçando o movimento. (de 3 à 6x). Ao longo das costas e até os pés Este movimento é parecido com o anterior. Agora a mão direita segura os tornozelos, elevando suavemente as pernas do bebê. A mão esquerda percorre as costas do bebê de alto a baixo, mas em vez de parar na altura das nádegas, continua seu movimento, percorre as coxas, pernas, até os calcanhares. A mão direita continua segurando as pernas do bebê e a esquerda solta o corpo de volta para o ponto de partida, recomeçando o movimento (de 3 à 6x).

O ROSTO: Esta parte pode ser feita no início ou no final da massagem. De acordo com a receptividade do bebê. Não use o óleo nas primeiras práticas, até o bebê se acostumar com o óleo. Depois, quando ele estiver mais adaptado e você sentir necessidade, pode colocar algumas gotas do óleo nas mãos, esfregar bem até sentir que estão aquecidas.
A partir do meio da testa os seus polegares deslocam-se para os lados até as têmporas. A seguir retorna para o meio para recomeçar.
Os polegares se apoiam entre as sobrancelhas e escorregam até a lateral dos lábios.
Escorregar os polegares do nariz até as orelhas.
Apoiar os polegares entre a parte superior dos lábios e o nariz e deslizar do meio para fora.
Repetir o mesmo movimento no queixo. Ambos os polegares são colocados abaixo do queixo e deslizam da metade do queixo, ao longo do maxilar, para fora.


ORELHAS: pegue cuidadosamente as orelhas entre o indicador e o polegar e massageie com o polegar suavemente as conchas da orelha, fazendo pequenos movimentos circulares. Puxe delicadamente os lóbulos das orelhas.


BANHO DE BALDE:

A transição para o mundo externo é extremamente traumática para os bebês. Por nove meses eles se sentiram seguros e protegidos, envolvidos pela água dentro do útero materno. Eles estão satisfeitos e felizes no seu mundo familiar, mas tudo isso muda drasticamente quando nascem. Novas circunstâncias, muitas pessoas, ruídos estranhos, luz e nova respiração, podem significar stress para o recém-nascido, especialmente dentro dos 5-6 primeiros dias. Para alguns bebês o stress continua por vários meses dando aos pais dias instáveis e noites perturbadas. É muito comum também, bebês que até os 2-3 primeiros meses, fiquem tensos e chorem quando tomam banho. Existe uma maneira bastante simples para os pais fazerem o começo da vida de seus bebês mais fácil: um banho diário de balde traz a segurança do útero da mãe de volta para o bebê. Apesar do bebê ficar bem acomodado no balde, nunca deixe o bebê sozinho. Esteja atento. Você pode apoiar a mão em baixo do queixo do bebê ou segurar delicadamente na sua nuca. Para os recém-nascidos você pode envolve-lo em uma fralda ou toalha para que ele se sinta mais seguro. bebê com 1 mês.


      Bebes – recém-nascidos – camomila – lavanda (01 a 03 gotas em 30 ml de óleo carreador).
1 a 12 meses – camomila, lavanda, tangerina, eucalipto glóbulos, tea tree (03 a 05 gotas em 30 ml óleo carreador).
Crianças – 1 a 5 anos acrescentar gerânio + os óleos acima (05 a 10 gotas em 30 ml de óleo carreador).
Crianças – 5 a 7 anos acrescentar gengibre + os óleos acima (05 a 12 gotas em 30 ml de óleo carreador).
Crianças – 7 a 12 anos – cipreste, alecrim, hortelã pimenta ou do Brasil, limão tahiti ou siciliano + os óleos acima (05 a 15 gotas em 30 ml de óleo carreador).
Obs.: até 7 anos – ½ dose mínima recomendada
          12 anos após – quantidade mínima 1%.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Sobre aldeídos - Sinergias Antiinflamatórias e Anti - Virais

Os efeitos anti-inflamatórios e anti-virais de aldeídos
Resultado de imagem para eucalipto citriodora
 Aromaterapia é mais do que encontra o nariz. A investigação europeia em óleos essenciais atribui efeitos muito específicos para certos compostos encontrados em plantas aromáticas. Com a prática, é possível aprender a detectar estes compostos por aroma sozinho. Se estes compostos principais podem ser identificadas, também terá uma maior compreensão da química e as propriedades curativas de um óleo. Um qualificador para estes efeitos são os compostos que são apenas ativos na presença de uma matriz, por vezes, de centenas de constituintes que compõem um óleo essencial. Em outras palavras, para um benefício máximo de um óleo essencial conjunto, completo e não adulterado é superior a um composto isolado.


Aldeídos são os compostos aromáticos responsáveis ​​pela fragrância do limão que sentimos do cheiro de Melissa (Melissa officinalis), Verbena (Lippia citriodora), citronela (Cymbopogon nardus), capim-limão (Cymbopogon citratus), e Eucalipto citriodora (Eucalyptus citriodora). Óleo de limão não contém aldeídos e, portanto, não partilham propriedades terapêuticas como estes óleos.

Estudos têm mostrado que  "óleos essenciais com um elevado teor de aldeído" tendem a exibir uma ação sedativa no tecido muscular e têm sido utilizados em misturas terapêuticas para  seus "efeitos sedativos e antiinflamatórios" forte (Schnaubelt, 1995). Aqueles que infelizmente tem experimentando dor e desconforto de esforços excessivos, lesões, artrite ou tendinite, muitas vezes se sentem aliviados dos sintomas após uma única aplicação de uma mistura que inclui um desses óleos essenciais ricos em aldeído. Aldeídos, e óleos com maior "conteúdo citronelal" (Eucalyptus citriodora e citronela) são considerados os mais adequados para este uso particular (Schnaubelt 1999).

Uma segunda característica dos aldeídos são os seus efeitos anti - virais distintos ", especificamente eficazes contra surtos de herpes" Schnaubelt (1995). De acordo com o Dr. Schnaubelt, "óleos essenciais para combater doenças virais de modo suave e eficaz por inibição do patógeno e melhorando a atividade metabólica global e resposta imune" (1999), são os aldeídos. Óleos com maior "conteúdo de citral" (Capim-limão,  Verbena e Melissa) contendo aldeído,  são considerados os mais adequados para este uso particular (Schnaubelt 1999). As lesões que aparecem como feridas de frio nos lábios ou na parte inferior do tronco,   são totalmente evitadas se os óleos essenciais contendo aldeído são aplicados assim que o formigueiro, ou outros sinais de alerta de um surto. Os preparados com óleos essenciais ricos em aldeído são comumente encontrados em farmácias. Dr. Schnaubelt observa que "Lemongrass parece ser um dos mais fortes agentes antivirais disponíveis na aromaterapia" e "com apenas algumas aplicações tópicas, um surto pode ser encerrado " (1995).

Esteja ciente de que os aldeídos são irritantes potenciais da pele e têm sido "envolvido em algumas reações de sensibilidade e reatividade cutânea" (Tisserand 1995). Mesmo quando diluído em misturas, irritação da pele pode ocorrer com certos óleos essenciais, especialmente em peles sensíveis e reativas. Verifique as fórmulas abaixo para diluição adequada. Se ocorrer vermelhidão, aumentar a proporção de óleo vegetal ou interromper o tratamento.

Mistura Antiinflamatória
Use diariamente, conforme necessário, para a dor devido à inflamação
10 gotas de Eucalipto citriodora 
05 gotas de Lemongrass
30 ml de óleo  vegetal de girassol

Mistura Antiviral
Use diretamente sobre lesões
25 gotas de Citronela
05 gotas de Gerânio 
05 gotas de Palmaros
100 ml de  Óleo  Vegetal de Girassol



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Quer saber mais sobre o óleo de Alecrim e seu maior componente

Componente Químico  em maior quantidade no Alecrim


Cineole

Propriedades terapêuticas  do  Ativo  Cineole


Antimicrobiano no ar  ( 1 )
Analgésico ( 2, 3 )
Antiinflammatorio ( 2, 6, 7, 8 )
Antibacteriano (4, 5 )
Antioxidante (21 )
Antispasmodico ( 9,10, 11 )
Antiviral ( 18 )
Dopaminérgico ( 12 )
Hipotensivo ( 13, 14 )
Aumenta circulação sanguínea cerebral  ( 22 )
Inibe a acetilcolesterase ( 23 )
Mucolitílico ( 15, 16 )


Em dois ensaios clínicos controlados com placebo, de 7 dias para rino - sinusite, 1,8-cineol na forma de cápsulas orais, foram estatisticamente significativos e positivos de relevância clínica. Em ensaios tese, os pacientes aos resultados que apresentaram melhorias em dor de cabeça frontal, obstrução nasal, secreção nasal e febre.
Num ensaio clínico de 6 meses para a doença pulmonar obstrutiva crônica, 220 pacientes receberam 1,8-cineol cápsulas de placebo. Houve resultados significativos no grupo cineole. Medida a melhoria, foi maior em falta de ar, função pulmonar e qualidade de vida.
Em um ensaio clínico randomizado (com 676 pacientes) para bronquite aguda, uma combinação de α-pineno, limoneno e 1,8 cineol produziu melhores resultados do que a cefuroxima antibiotico e ambroxolé. Uma cápsula para a administração oral contendo 20 mg de α-pineno, limoneno 75 mg e 75 mg de 1,8 cineol .
Em um ensaio clínico randomizado (com 215 pacientes) para o tratamento de longo prazo de bronquite crônica, durante o inverno, padronizada (definida valores marcados) diminuiu a tosse e a expectoração,  e teve o bem-estar geral melhoraoa, sem a exigência de antibiótico .
Num ensaio clínico controlado com placebo, de 12 semanas, os pacientes com asma grave, para reduzir o consumo de medicação com corticóide em 36% no grupo que recebeu cápsulas de 1,8-cineol, contra 6% no grupo de controle.
Num estudo in vitro, 1,8-cineol foi um bactericida eficaz para Staphylococcus aureus, através de danos na membrana citoplasmática.
1,8-Cineol inibiu o crescimento de 16 das 17 bactérias Gram-positivas e Gram-negativas , e de ação antiviral,  mostrou efeito contra o HSV-1 .
Instilação retal de 1,8-cineol inibiu danos do cólon em ratos comparados aos controles, pode que sugerem o uso terapêutico na colite.
A atividade dopaminérgica  positive de  1,8-cineol sugere efeitos psicológicos, como melhora do humor.
Pesquisas mostraram  que inibe a acetilcolinesterase  e butirilcolinesterase, nas) nas enzimas,  que são significativas no cérebro e neuroquímica do sistema nervoso central. A acetilcolina é o principal neurotransmissor no cérebro, de modo que, quando a enzima divide-os é inibida,e  há mais acetilcolina para ajudar nas sinapses. Comumente prescritos as avaliações mais medicamentos para tratar a perda de memória da função cognitiva na doença de Alzheimer (AD. ) são inibidores da acetilcolinesterase, também conhecidos como medicamentos colinérgicos.

Preocupações de segurança

1,8 cineol pode causar problemas respiratórios graves em bebês e crianças pequenas quando inalado. Em bebês prematuros, pode causar cessação da respiração. Estes efeitos são causados ao ser inalado  ou aplicado na face de, bebês e crianças pequenas, nnao sendo recomendado.


Referências

1.   Sato K, Krist S, Buchbauer G (2007) Antimicrobial effect of vapours of geraniol, (R)-(-)-linalool, terpineol, gamma-terpinene and 1,8-cineole on airborne microbes using an airwasher. Flavour & Fragrance Journal 22:435-43
2.   Santos FA, Rao VS (2000) Antiinflammatory and antinociceptive effects of 1,8-cineole a terpenoid oxide present in many plant essential oils. Phytotherapy Research 14:240-244
3.   Liapi C, Anifandis G, Chinou I et al (2007) Antinociceptive properties of 1,8-cineole and beta-pinene, from the essential oil of Eucalyptus camaldulensis leaves, in rodents. Planta Medica 73:1247-1254
4.   Pattnaik S, Subramanyam VR, Bapaji M et al (1997) Antibacterial and antifungal activity of aromatic constituents of essential oils. Microbios 89:39-46
5.   Carson CF, Mee BJ, Riley TV (2002) Mechanism of action of Melaleuca alternifolia (tea tree) oil on Staphylococcus aureus determined by time-kill, lysis, leakage, and salt tolerance assays and electron microscopy. Antimicrobial Agents and Chemotherapy 46:1914-1920
6.   Juergens UR, Dethlefsen U, Steinkamp G et al (2003) Anti-inflammatoryactivity of 1,8 cineole (eucalpytol) in bronchial asthma: a double blind, placebo controlled trial. Respiratory Medicine 97:250-256
7.   Juergens UR, Engelen T, Racke K (2004) Inhibitory activity of 1,8-cineol (eucalyptol) on cytokine production in cultured human lymphocytes and monocytes. Pulmonary Pharmacology & Therapeutics 17:281-287
8.   Santos FA, Silva RM, Campos AR et al (2004) 1,8-Cineole (eucalyptol), a monoterpene oxide attenuates the colonic damage in rats on acute TNBS-colitis. Food & Chemical Toxicology 42:579-584
9.   Nascimento NR, Refosco RM, Vasconcelos EC (2009) 1,8-Cineole induces relaxation in rat and guinea-pig airway smooth muscle. Journal of Pharmacy & Pharmacology 61:361-366
10.          Coelho-de-Souza LN, Leal-Cardoso JH, De Abreu Matos FJ et al (2005) Relaxant effects of the essential oil of Eucalyptus tereticornis and its main constituent 1,8-cineole on guinea-pig tracheal smooth muscle. Planta Medica 71:1173-1175
11.          Bastos VP, Brito TS, Lima FJ et al (2009) Inhibitory effect of 1,8-cineole on guinea-pig airway challenged with ovalbumin involves a preferential action on electromechanical coupling. Clinical & Experimental Pharmacology & Physiology 36:1120-1126
12.          Kako H, Fukumoto S, Kobayashi Y et al (2008) Effects of direct exposure of green odour components on dopamine release from rat brain striatal slices and PC12 cells. Brain Research Bulletin 75:706-712
13.          Lahlou S, Figueiredo AF, Magalhaes PJ et al (2002) Cardiovascular effects of 1,8 cineole, a terpenoid oxide present in many plant essential oils, in normotensive rats. Canadian Journal of Physiology & Pharmacology 80:1125-1131
14.          Pinto NV, Assreuy AM, Coelho-de-Souza AN et al (2009) Endothelium-dependent vasorelaxant effects of the essential oil from aerial parts ofAlpinia zerumbet and its main constituent 1,8-cineole in rats. Phytomedicine 16:1151-1155
15.          Kehrl W, Sonnemann U, Dethlefsen U (2004) Therapy for acute nonpurulent rhinosinusitis with cineole: results of a double-blind, randomized, placebo-controlled trial. 114:738-742
16.          Tesche S, Metternich F, Sonnemann U et al (2008) The value of herbal medicines in the treatment of acute non-purulent rhinosinusitis. Results of a double-blind, randomised, controlled trial. European Archives of Oto-Rhino-Laryngology 265:1355-1359
17.          Worth H, Schacher C, Dethlefsen U (2009) Concomitant therapy with Cineole (Eucalyptole) reduces exacerbations in COPD: a placebo-controlled double-blind trial. Respiratory Research 10:6
18.          Astani A, Reichling J, Schnitzler P. (2010) Comparative study on the antiviral activity of selected monoterpenes derived from essential oils. Phytotherapy Research 24(5):673-679
19.          Matthys H, de Mey C, Carls C et al  (2000) Efficacy and tolerability of myrtol standardized in acute bronchitis. A multi-centre, randomised, double-blind, placebo-controlled parallel group clinical trial vs. cefuroxime and ambroxol. Arzneimittelforschung 50:700-711 
20.          Meister R, Wittig T, Beuscher N, et al (1999) Efficacy and tolerability of myrtol standardized in long-term treatment of chronic bronchitis. A double-blind, placebo-controlled study. Study Group Investigators. Arzneimittelforschung 49:351-358



Pequenas dicas

Os benefícios do chá de alecrim são, principalmente, melhorar a digestão, aliviar as dores de cabeça e o cansaço. Outros benefícios do chá de alecrim para a saúde podem ser:
  • Diminuir os sintomas da TPM;
  • Aliviar os sintomas da gripe, bronquite e dores de garganta;
  • Promover o alívio de aftas, gengivites e estomatites;
  • Ajudar a prevenir problemas de coração;
  • Aumentar a capacidade de aprendizado;
  • Auxiliar no tratamento de tendinites, dores articulares e lesões musculares.
Para ter todos os benefícios do chá de alecrim, pode-se beber 2 a 4 xícaras desse chá por dia, sem adicionar açúcar.
Além de ser utilizado na forma de chá, o alecrim pode ser utilizado como erva aromática para temperar os alimentos e está disponível na forma seca, em óleo ou fresco. O óleo é especialmente utilizado para adicionar à água de banho ou para fazer massagens em locais doloridos.
Efeitos colaterais do Alecrim
Contraindicações do Alecrim

Os efeitos colaterais do Alecrim incluem reações alérgicas, quando consumido em excesso.
O Alecrim está contraindicado para grávidas e mulheres amamentado, assim como crianças.