terça-feira, 6 de outubro de 2015

Ingerir os óleos essenciais ?

A ingestão de óleos essenciais

Embora as empresas  falem sobre o uso interno dos óleos essenciais, é prudente considerar cuidadosamente todos os fatores envolvidos antes de usar óleos essenciais internamente. Há alguns casos em que a ingestão de óleos essenciais é preferível a outros métodos. Buscando orientação de um aromaterapeuta certificada é recomendado.

É importante ter em mente que o uso interno tem riscos.  Quaisquer preocupações de segurança associadas com o óleo essencial tornar-se mais uma preocupação quando ingeridos, como "até 95% atinge a corrente sanguínea quando utilizados internamente" do que o "potencial de 10%, quando usado topicamente." (Fonte)

Contato físico de óleos essenciais nas  mucosas podem causar irritação imediata, ou mesmo queimaduras. As consequências a longo prazo, é que pode conduzir a danos permanentes, incluindo formação de cicatrizes e úlceras, bem como o fígado e / ou dano do rim.


Se você fizer ingerir óleos essenciais, mesmo que por um curto período de tempo, por favor, adicione a gota de óleo essencial em  um outro óleo vegetal (óleo de coco, azeite de oliva, ou até mesmo manteiga), então a concentração é diluída uma vez que ele entra em contato com suas mucosas. Adicionando óleos essenciais à água, por exemplo, não é recomendado, como água e óleo não se misturam, e o óleo essencial entrará em contato com as mucosas em um estado concentrado. Um passo seria colocar a mistura de óleo essencial /  em uma cápsula e engolir, ignorando todo o contato com as mucosas, e diminuindo as chances de irritação gástrica.

Tenha sempre em mente que, apesar de ingestão pode ser mais eficaz em certos casos, a inalação e uso tópico são as duas maneiras mais seguras de usar óleos essenciais.
Por este motivo me pergunto:
Em que momentos devemos ingerir um óleo essencial.
Pois se o óleo essencial, tem todo o seu potencial, em tratamentos que chamo de holístico, bem com o vários colegas meus. Em que momento eu faria a indicação de um óleo essencial para ingerir?
Neste último sábado, como nestes últimos finais de semana, tenho estado em várias cidades pelo Brasil, ministrando palestras sobre o uso terapêutico dos óleos essenciais, em Senacs, na semana de Saúde e Bem Estar. E tenho tido algumas perguntas como:
Posso tomar o óleo de Lavanda para relaxar?
Se o olfato é um orgão dos sentidos que tem um caminho aberto para o cérebro, como assim?
No Brasil, temos a mania de tudo nos auto-medicarmos. Tudo eu posso tomar. Uma dor de cabeça, dá-lhe uma medicação, dores, outra.
Qual a diferença, então de um óleo essencial e de uma aspirina?
Qual a diferença entre uma anfetamina, para emagrecer? E o óleo essencial de Limão?
Estas perguntas me deixam um pouco brava.
Pois não estamos procurando, exatamente, mudarmos nosso Life Style?
Nosso modo de ver a vida e de nos cuidarmos?
Então, como assim?
Poderemos sim, usar via oral, em casos por exemplo de infecções urinárias, onde a bactéria, não cedeu em uso de banhos de assento, onde no caso da geriatria, o idoso não mais tendo forças para esvaziar a bexiga em sua totalidade,  vai havendo a possibilidade de restar uma urina contaminada. E mesmo assim devemos ainda verificar, se a ingestão, será um melhor tratamento, do que insistir em banhos de assento.
São estas e outras coisas que tenho ouvido no decorrer desta minha jornada em ensinar esta linda arte e ciência, e que vejo, as vezes, reduzida a um simples medicamento, e que aqui no Brasil, somos uma população que tem como cultura a solução mágica, onde a ingestão de uma "bala mágica "resolverá todos os meus problemas, por exemplo de gordura, e não uma mudança de hábitos.
Então, gente, eu continuo, super fã e adepta, como a Dra Marguerite Maury, de uso em inalações, banhos e massagens.
Para quem quiser saber mais:
Cursos no Instituto Sâmia Maluf de Estudos Aplicados em Aromaterapia.
Beijokas para todos e até a próxima postagens